A devoção a Santo Amaro, padroeiro de Jaboatão dos Guararapes há mais de dois séculos, iniciou-se em 1593 com o casal Bento Luiz de Figueiroa e D. Maria Feijó. Eles construíram uma igreja para o santo, que se tornou paróquia em 1598. A fé se fortaleceu em conflitos como a Guerra dos Mascates e a expulsão dos holandeses, consolidando Santo Amaro como protetor da cidade, uma tradição que perdura há cerca de 261 anos e define a identidade local.

➡️A devoção a Santo Amaro está diretamente ligada à origem e ao desenvolvimento histórico do município de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Considerado o protetor da cidade, o santo é padroeiro do município há mais de dois séculos, em uma tradição religiosa que atravessa gerações e se mantém viva até os dias atuais.
ORIGEM DA DEVOÇÃO
A história remonta ao ano de 1593, quando o português Bento Luiz de Figueiroa e sua esposa, a pernambucana D. Maria Feijó de Figueiroa, se estabeleceram na região onde hoje está localizado o município. Com o crescimento da população, foi construída uma igreja dedicada a Santo Amaro, que, em 1598, recebeu foros de paróquia, consolidando a devoção religiosa no território.
CRIAÇÃO DO DISTRITO DE JABOATÃO
Em 1764, por meio de um alvará régio, foi criado oficialmente o distrito de Jaboatão, já demonstrando sinais de progresso econômico e social. Na ocasião, a freguesia foi formalmente instituída sob a invocação de Santo Amaro, reforçando o papel do santo como padroeiro e símbolo de proteção da localidade.
FÉ EM TEMPOS DE CONFLITO
Ao longo dos séculos, a devoção se fortaleceu especialmente em períodos de conflito enfrentados por Pernambuco, como a Guerra dos Mascates e os confrontos que culminaram na expulsão dos holandeses. Nesses momentos históricos, Santo Amaro passou a ser visto como intercessor e guardião da população local.
TRADIÇÃO QUE ATRAVESSA GERAÇÕES
Atualmente, a fé em Santo Amaro completa cerca de 261 anos como padroeiro oficial de Jaboatão dos Guararapes, mantendo-se presente nas celebrações religiosas, nas tradições culturais e na identidade histórica do município, sendo um dos pilares da memória e da religiosidade da cidade.
Da redação JABOATÃO AQUI NOTÍCIAS
