Quinta-feira, Janeiro 22, 2026

MAIS DE 20 MINISTROS DEVEM DEIXAR GOVERNO LULA PARA DISPUTAR ELEIÇÕES EM 2026

A saída dos ministros é uma exigência da legislação eleitoral, que determina a desincompatibilização de cargos no Executivo seis meses antes do pleito para quem deseja concorrer. A medida deve gerar uma grande reforma ministerial, atingindo pastas de peso político como a Casa Civil. A debandada é comum em anos eleitorais para garantir igualdade na disputa, e o Planalto já planeja a recomposição dos cargos com nomes técnicos ou aliados.

➡️Mais de 20 ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem deixar seus cargos até abril de 2026 para disputar as eleições gerais previstas para outubro do mesmo ano. A movimentação é motivada pela legislação eleitoral, que exige a desincompatibilização de ocupantes de cargos no Executivo que pretendem concorrer a mandatos eletivos.

DESINCOMPATIBILIZAÇÃO É EXIGÊNCIA LEGAL
De acordo com a Lei Eleitoral, ministros que desejam disputar cargos como deputado federal, senador, governador ou até mesmo a vice-presidência precisam se afastar das funções pelo menos seis meses antes do pleito. Com isso, o prazo-limite para as exonerações deve ocorrer no início de abril de 2026.

REFORMA MINISTERIAL DE GRANDE IMPACTO
As projeções indicam que o número de ministros que podem deixar o governo varia entre 20 e 23, em um ministério que atualmente conta com cerca de 38 pastas. A saída em massa deve provocar uma das maiores reformas ministeriais do terceiro mandato de Lula, atingindo áreas estratégicas da administração federal.

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PASTAS DE PESO NA LISTA DE SAÍDAS
Entre os ministérios que podem sofrer mudanças estão pastas com forte peso político e articulação institucional, como Casa Civil, Relações Institucionais, Meio Ambiente, além de ministérios comandados por nomes ligados a partidos da base aliada e do Centrão.

CENÁRIO COMUM EM ANO ELEITORAL
A debandada de ministros em anos eleitorais é considerada comum na política brasileira. O afastamento busca garantir igualdade na disputa e evitar o uso da máquina pública para fins eleitorais. O Palácio do Planalto já trabalha com a possibilidade de recompor o primeiro escalão com nomes técnicos ou aliados que não pretendem disputar as eleições.

A expectativa é que as definições sobre quem sairá e quem assumirá as pastas sejam intensificadas ao longo de 2025, à medida que os projetos eleitorais dos ministros forem sendo confirmados.

Da redação JABOATÃO AQUI NOTÍCIAS
Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES

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