
➡️ Ataques militares realizados na madrugada deste sábado (28) pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã resultaram na morte de mais de 200 pessoas, segundo informações divulgadas pela emissora estatal iraniana Press TV, com base em dados do Crescente Vermelho Iraniano.
Entre os mortos estariam o ministro da Defesa iraniano, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour. As mortes foram confirmadas por duas fontes familiarizadas com as operações militares de Israel e uma fonte regional ouvidas pela agência internacional Reuters.
A confirmação oficial do ataque foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, e pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Segundo Katz, os mísseis foram lançados “para eliminar ameaças”.
BALANÇO DE MORTES E FERIDOS
De acordo com o último levantamento divulgado pela Press TV, ao menos 201 pessoas morreram e 747 ficaram feridas em ataques registrados em 24 províncias iranianas.
Entre as vítimas, estão 85 pessoas que morreram após um bombardeio atingir uma escola feminina no sul do país, conforme informou a agência estatal IRNA. A informação foi atribuída ao promotor da cidade de Minab, onde a unidade de ensino estava localizada.
ESCALADA DO CONFLITO
Em pronunciamento divulgado em vídeo de cerca de oito minutos na rede Truth Social, Donald Trump afirmou que os Estados Unidos iniciaram “grandes operações de combate” com o objetivo de enfraquecer as forças armadas iranianas e destruir o programa nuclear do país.
O presidente norte-americano acusou o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares” e declarou que os EUA “não aguentam mais”.
Diferentemente dos ataques realizados em junho de 2025, quando as ações militares duraram poucas horas, fontes ouvidas pela CNN Internacional afirmaram que, desta vez, as forças armadas norte-americanas planejam manter as ofensivas por vários dias.
RESPOSTA IRANIANA
Em reação às ofensivas, o regime iraniano lançou uma onda de ataques considerados sem precedentes em diferentes pontos do Oriente Médio. Explosões foram registradas em países que abrigam bases militares americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
A nova escalada militar eleva drasticamente a tensão na região e amplia o risco de um conflito de grandes proporções, com impactos potenciais na segurança internacional e no mercado global de energia.
Da redação JABOATÃO AQUI NOTÍCIAS
