
➡️Um homem de 50 anos foi preso em flagrante na manhã desta quarta-feira (5), em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, suspeito de praticar os crimes de ameaça, difamação e perseguição (stalking) contra a ex-companheira. O caso é investigado no âmbito da violência doméstica e familiar contra a mulher.
A prisão foi realizada por policiais civis da 2ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), localizada no bairro de Prazeres, após a vítima denunciar que continuava sendo intimidada pelo suspeito mesmo depois de registrar um boletim de ocorrência.
PERSEGUIÇÃO E AMEAÇAS CONSTANTES
Segundo informações da Polícia Civil, apuradas pelo repórter Waldson Balbino, da TV Jornal, o relacionamento entre o suspeito e a vítima durou cerca de dois meses. Após o fim da relação, a mulher, que trabalha como cuidadora de idosos, passou a sofrer perseguições frequentes.
Ela relatou que o homem costumava permanecer nas proximidades de sua residência e da casa de familiares, além de enviar mensagens ofensivas e fazer ligações com conteúdo ameaçador. No dia anterior à prisão, a vítima procurou a delegacia para registrar a ocorrência. No entanto, as ameaças continuaram, levando-a a retornar à unidade policial para informar que o comportamento do ex-companheiro persistia.
PRISÃO EM SUCUPIRA
Diante da nova denúncia, equipes da 2ª DEAM iniciaram diligências e localizaram o suspeito em sua residência, no bairro de Sucupira, em Jaboatão dos Guararapes, onde foi preso em flagrante.
As investigações indicam que, além das mensagens e ligações, o homem permanecia à espreita nas imediações da casa da vítima e insistia repetidamente em manter contato, conduta que caracteriza o crime de perseguição, conhecido como stalking.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, mesmo durante a condução até a delegacia, o suspeito voltou a ameaçar a ex-companheira.
À DISPOSIÇÃO DA JUSTIÇA
Após a prisão, o homem foi autuado em flagrante pelos crimes de ameaça, difamação e perseguição, no contexto de violência doméstica e familiar. Ele permaneceu à disposição da Justiça, que deverá decidir sobre as medidas legais cabíveis.
Da redação JABOATÃO AQUI NOTÍCIAS
