Sábado, Fevereiro 14, 2026

GOVERNO TRUMP EMITE NOVAS DIRETRIZES PARA GARANTIR ORAÇÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS DOS EUA

As diretrizes visam combater a “cultura de hostilidade” à fé, permitindo orações voluntárias e privadas de alunos e professores, sem atrapalhar aulas. Garantem igualdade na avaliação de trabalhos religiosos e acesso a instalações para clubes de fé. Críticos temem pressão social, mas a medida busca “neutralidade acomodatícia”, evitando restrições a manifestações individuais. A implementação pode gerar debates jurídicos.

➡️O governo do presidente Donald Trump anunciou, no início de fevereiro de 2026, um novo conjunto de diretrizes federais voltadas para reforçar a liberdade religiosa e garantir o direito de oração em escolas públicas dos Estados Unidos. A medida foi oficializada pelo Departamento de Educação e é considerada uma das principais mudanças recentes na política educacional e na aplicação de direitos civis no ambiente escolar.

Segundo a administração Trump, o objetivo é combater o que o presidente chamou de “cultura de hostilidade” contra manifestações de fé dentro das instituições de ensino. Durante o tradicional Café da Manhã Nacional de Oração, Trump defendeu publicamente a iniciativa e afirmou que a prática religiosa deve ser respeitada dentro do espaço escolar.

“A oração é o superpoder da América. Nenhum estudante ou professor deve ser forçado a esconder sua fé ao atravessar os portões de uma escola pública”, declarou o presidente.

NOVAS REGRAS DEFINEM COMO ESCOLAS DEVEM LIDAR COM A LIBERDADE RELIGIOSA
As diretrizes divulgadas detalham como escolas públicas devem permitir manifestações religiosas sem descumprir a Primeira Emenda da Constituição americana, que protege tanto a liberdade de expressão quanto a separação entre Igreja e Estado.

Entre os principais pontos estabelecidos, estão:

PROTEÇÃO A ESTUDANTES E PROFESSORES
O documento afirma que alunos e funcionários poderão realizar orações de forma voluntária e privada, inclusive em pequenos grupos, desde que as atividades não atrapalhem o funcionamento normal das aulas e compromissos acadêmicos.

IGUALDADE NA AVALIAÇÃO DE TRABALHOS COM TEMA RELIGIOSO
Outro destaque é a orientação para que trabalhos escolares que abordem temas religiosos sejam avaliados com os mesmos critérios aplicados a conteúdos seculares. O governo reforça que não pode haver discriminação contra estudantes por expressarem fé em redações, apresentações ou projetos.

ACESSO IGUALITÁRIO A INSTALAÇÕES E RECURSOS
As novas regras também estabelecem que clubes religiosos, como grupos de oração e estudos bíblicos, terão o mesmo direito de utilizar salas, equipamentos e espaços escolares que clubes esportivos, artísticos ou acadêmicos.

CANAIS PARA DENÚNCIA DE “VIÉS ANTICRISTÃO”
O governo informou ainda que criou canais diretos para que pais e alunos denunciem distritos escolares que, segundo a administração, estejam impedindo manifestações religiosas consideradas legais. A proposta inclui mecanismos de fiscalização para investigar possíveis restrições aplicadas por escolas contra atividades religiosas voluntárias.

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MEDIDA FAZ PARTE DE ESTRATÉGIA MAIS AMPLA DO GOVERNO
De acordo com autoridades ligadas ao Departamento de Educação, a iniciativa faz parte de um esforço coordenado da Casa Branca para ampliar a proteção à liberdade religiosa. O pacote inclui a criação de uma Comissão de Liberdade Religiosa e a nomeação de figuras conservadoras para supervisionar a aplicação e o cumprimento das novas orientações.

APOIO DE EVANGÉLICOS E CRÍTICAS DE DEFENSORES DO ESTADO LAICO
A decisão foi comemorada por líderes evangélicos e grupos conservadores, que classificaram a medida como uma “vitória histórica” e um avanço no reconhecimento da fé como direito civil.

Por outro lado, organizações defensoras da separação entre Igreja e Estado reagiram com preocupação. Para os críticos, existe o risco de que a oração dentro das escolas, mesmo considerada voluntária, acabe gerando pressão social ou institucional sobre estudantes que não seguem religião alguma ou que pertencem a minorias religiosas.

Especialistas apontam que o limite entre liberdade individual e possível influência religiosa indireta pode se tornar mais difícil de ser controlado, especialmente em comunidades onde uma religião predomina.

O QUE MUDA NA PRÁTICA PARA AS ESCOLAS
A principal mudança, segundo o governo, está na orientação para uma postura de “neutralidade acomodatícia”. Isso significa que as escolas públicas não devem promover nenhuma religião oficialmente, mas também não poderão agir de forma a restringir ou suprimir manifestações religiosas feitas de maneira individual e voluntária por alunos e professores.

Na prática, a diretriz busca reduzir o temor de processos judiciais que, durante décadas, levou muitas instituições a proibirem qualquer tipo de expressão religiosa dentro das escolas, mesmo em situações permitidas pela legislação.

IMPLEMENTAÇÃO DEVE GERAR NOVOS DEBATES JURÍDICOS
A expectativa é que a aplicação das novas regras cause debates em vários estados e possa gerar disputas judiciais, especialmente em casos onde haja denúncia de coerção ou favorecimento indireto de uma religião específica.

O Departamento de Educação informou que as escolas deverão adequar suas normas internas para cumprir as novas diretrizes e evitar punições administrativas ou possíveis investigações federais.

A medida já está sendo considerada um dos temas mais polêmicos do cenário político americano em 2026, com potencial impacto direto nas eleições e na relação entre governo federal, estados e sistemas educacionais locais.

Da redação JABOATÃO AQUI NOTÍCIAS

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